

O Joystick de Playstation ficou demais! Mais fotos em heartlessmachine.com. Caso você não queira esperar alguns anos para escavar um fóssil desses no jardim, o site também vende.

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Típica listinha que recebemos via e-mail, mas vale a pena conferir. Bom saber o nível de nossos futuros universitários....

A editora BB anunciou essa semana a publicação de um gibi baseado na história do Corinthians, focando principalmente na saga do time na volta para a primeira divisão. A editora está anunciando a revista como "desenhado no estilo mangá", mas pela primeira imagem divulgada (da capa da publicação, que pode ser conferida ao lado) nota-se claramente que isso não tem nada de mangá. Tudo bem produzir um quadrinho baseado na trajetória de um grande clube brasileiro, porém divulgar isso como se fosse um mangá nacional é demais. O mais impressionante e que desde a divulgação da notícia, todos os principais sites (não só de quadrinhos) divulgaram isso, sem tocar nesse assunto. Será que não percebram nada? Será que ninguém nesses sites sabe o que é um mangá?
Não esqueceremos tão cedo a tarde de 17 de junho de 2009, quando o Supremo Tribunal Federal promoveu o maior retrocesso em toda a história do Jornalismo brasileiro.As TVs de cunho educativo no Brasil estão em desobediência à legislação do setor. Pelo menos é o que diz o decreto-lei 236, instaurado em 1967 durante o regime militar. No texto, é vetada a veiculação de propaganda comercial e inserção de apoio cultural nesses veículos de comunicação. Redes educativas estudam mecanismos para derrubar a matéria.
A revogação da lei de 1967 é considerada a principal reivindicação do 2 º Fórum de TVs Públicas, que será realizado entre a próxima terça-feira (26) e quinta-feira (28), em Brasília (DF). O objetivo das emissoras educativas é obter regulamentação semelhante à instaurada na criação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mantenedora da TV Brasil. No texto de abertura, o governo permitiu à instituição liberdade para obter recursos de patrocínios culturais, acesso a um fundo para fomento da radiodifusão pública e autonomia para escolher sua programação.
Mesmo em desuso, o Ministério das Comunicações ainda considera em vigor o decreto, o que põe veículos educativos do país em situação irregular. De acordo com o advogado Fernando Fortes, da TV Cultura, com base na legislação atual, as emissoras públicas, com exceção à TV Brasil, só podem transmitir aulas, conferências, palestras e debates, sob pena junto ao órgão regulador.
Além dessa questão, também devem ser discutidos no Fórum a medição de audiência das TVs educativas, a busca de fomentos para o desenvolvimento da plataforma digital e a possiblidade de realizar multiprogramação, aberta pela tecnologia de alta definição. A informaçao é da Folha de S.Paulo.
Texto do site www.portalimprensa.uol.com.br
Nada que o velho "jeitinho brasileiro" não resolva. Algumas TVs educativas por ai exibem até cultos evangélicos em alguns horários vendidos (os famosos pastores eletrônicos, que mais parece apresentação de stand up, porém sem as gargalhadas).
Ah, estou no Twitter
http://twitter.com/marcosmendesjf
Texto que produzi para a faculdade. Vale a pena conferir.